sexta-feira, 31 de julho de 2009

Oh! Oh! Oh! Minas Gerais - Imperdível


Foto: "Oh! Oh! Oh! Minas Gerais" - Sérgio Falci

O Grupo Cara de Palco

realiza a primeira temporada do espetáculo

Oh! Oh! Oh! Minas Gerais em Belo Horizonte,

no teatro Santo Agostinho de 31 de julho a 23 de

agosto.


Nosso Jornal Oecoambiental recomenda " Oh! Oh! Oh! Minas Gerais" e convida toda população. Vale a pena assistir.

Juliana Marquez, sucesso nesta temporada. Grande abraço.


TEATRO SANTO AGOSTINHO
De 31 de julho a 23 de agosto 2009 –
sextas e sábados – 21h – domingos 20h


SOBRE O ESPETÁCULO:
OH OH OH Minas Gerais


- Escrita no momento em que o regime militar preparava-se para sua investida mais agressiva contra a liberdade de expressão, editando o AI-5, OH OH OH Minas Gerais é um culto ao mineiros e seu histórico compromisso com a liberdade, firmado por escrito no triângulo equilibrado da bandeira de Minas.
- Escritos por Jota Dangelo e Jonas Block, OH OH OH Minas Gerais foi um marco do teatro mineiro em sua primeira montagem, há 40 anos.
- Comentando fatos históricos da Minas libertária, sublinhados por humor e ironia, permeado por música, lirismo e poesia OH OH fala da mineiridade, este modo de ser da gente de Minas que escritores geniais como Guimarães Rosa, Mário Palmério, Fernado Sabino, Otto Lara Rezende, Paulo Mendes Campos e tantos outros procuraram explicar.


SINÓPSE: O humor e irreverência do mineiro num espetáculo divertido que reúne história, música e poesia.


Ficha técnica
Texto: Jota D’Angelo e Jonas Bloch
Direção e concepção de cenários: Mamélia Dornelles
Elenco: Amauri Reis
Bartira Fortes
Diorcélio Antônio
José Maria Amorim
Rafael Mazzi
Alfredo Viana
Jai Baptista
Juliana Marques
Geraldo Peninha
Priscilla Cler
Produção e Assessoria de Imprensa: Grupo Cara de Palco
Projeto Gráfico: Reis
Figurinos: Raul Belém Machado
Fotos: Sérgio Falci
Cenários: José Maria Amorim
Iluminação: Virgílio Dangelo


Serviço Oh! Oh! Oh! Minas Gerais
Local: TEATRO SANTO AGOSTINHO
Av. Amazonas,1803 - Santo Agostinho - Belo Horizonte – MG
Fone: (31) 2125-6888 -
Data: de 31 de julho a 23 de agosto –
Horário: Sextas e sábados 21h – domingos 20h
Ingressos: Bilheteria Inteira R$30,00 – Meia R$15,00
Antecipado no Posto Sinparc: R$12,00

Contatos/ Informações:

GRUPO CARA DE PALCO
Produção Executiva
31 9296 3524 – 3889 4457 - Reis
Av. Brasil, 283 /608 – Santa Efigênia – Belo Horizonte – MG – CEP 30140000
Fone: 3889 4457 – fax 3264 9387

www.grupocaradepalco.com.br
contato@grupocaradepalco.com.br

quarta-feira, 29 de julho de 2009

CONFERÊNCIA SOBRE AQUECIMENTO GLOBAL


NOTICIAS DA AMAZÔNIA

FLORESTA NÃO ESTÁ NA AGENDA BRASILEIRA



Imagen da NASA - Mostra o trecho em que o Rio Solimões converge com o Rio Negro para formar o Rio Amazonas. Na foto, o rio de aparência barrenta é o Solimões. Ele carrega areia e sedimentos glaciais dos Andes peruanos. O rio de cor negra é (adivinhe) o Rio Negro, formado por águas cristalinas e algum sedimento


O diretor do INPA (Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia), Adalberto Val, defendeu no programa Roda Viva da TV Cultura, que o Brasil depende do desenvolvimento sustentável da floresta amazônica para crescer. Falta prioridade governamental para a região da grande floresta. (www.kaxiana.com.br)

terça-feira, 28 de julho de 2009

O DIREITO A INFORMAÇÃO SOCIOAMBIENTAL

AS CORES DA NATUREZA 6




O DIREITO A INFORMAÇÃO SOCIOAMBIENTAL:
O DIA EM QUE OS HUMANOS DESCOBREM
QUE NÃO SOMOS PORCOS


- Diante todos erros que nós seres humanos estamos cometendo degradando nossa própria espécie e o meio ambiente, negar o direito a informação ambiental é negar o direito a vida. A informação socioambiental deve ser uma conquista básica para uma vitória sobre a crise ambiental.
- A alienação é intrínseca ao sistema capitalista. Não podemos pensar e fazer nada que não seja a razão do consumo, do individualismo e da adesão ao "modus vivendi" anti-humano e anti-ambiental. A maquiagem televisiva seduz todas vaidades e sentidos humanos. Uma lembrança a ontológica questão:: "ser ou não ser". Viver hoje no mundo globalizado é viver a imposição e o conflito permanente do "não ser". Tudo pode ser cientificamente explicado, academicamente correto, mas a razão ( irracional), cartesiana, neoliberal tenta a todo custo transformar, por exemplo, mais esta ponta do iceberg da crise socioambiental, a pandemia da gripe suína, em show televisivo.
- Esta pandemia coloca novamente em xeque a falta de limites a um modo de produção de sociedade que não se importa com os seres humanos. O vírus do lucro a qualquer preço e a qualquer custo cruzou espécies: porcos e humanos.
- Não é um filme Hollywoodiano de terror. Uma lembrança do curta metragem premiado "Ilha das Flores" onde se faz a pergunta: " o que diferencia homens e porcos ?" . É uma real e sinistra constatação: toda nossa tecnologia "civilizatória" conseguiu em pleno século XXI produzir uma mutação genética onde humanos estão mercadologicamente expostos a virulência suína. Será que estamos vivendo além de uma crise ética, uma crise de identidade: somos humanos ou porcos ?
- A tentativa da grande mídia em transformar porcos em nomenclatura química H1N1, na verdade esconde a imoralidade desta crise socioambiental da gripe suína. Estão tentando salvar o mercado do consumo de suínos através do esforço dessa fórmula química da "mídia maquiada". Escamotear a verdade degradante deste sistema neoliberal que vem produzindo a "educação" mutante, anti- ambiental em nosso inconsciente tentando nos levar a crer que não somos mais pessoas, humanos, mas porcos. Vale lembrar que esta gripe é causada pelo vírus influenza, que caracteriza-se pela capacidade de sofrer mutações. Quando um vírus que acomete apenas uma espécie, como aves ou como os porcos, sofre sucessivas pequenas mutações, adquire em determinado instante a capacidade de transmitir e causar a doença em humanos.
- A grande imprensa realiza um papel triste, em sua maioria, de levar as pessoas a uma apatia e conformismo de que "sempre foi assim e será".
- As charges na internet de alguns cartunistas lembram e ironizam esta triste situação que o mundo atravessa. Freud explicaria, com certeza. Ou quem sabe voltamos ao dilema Shakespeariano: "não existimos". De fato para o mercado sedento de lucro a qualquer preço, da exclusão de bilhões de humanos a vida, estas minorias insistem em nos oprimir dizendo que não podemos ser humanos.
- As ditas "catástrofes" acabam virando espetáculo. Assistimos via satélite cenas dantescas de conflitos, crises e degradações. Isso sim é criminoso. Negar ao ser humano o direito de ser. Nós existimos. Não temos que aceitar a extinção da nossa espécie humana em função de um sistema sócio-econômico-político-étnico-cultural-ambiental que vem destruindo tudo e todos.
- No advento da Revolução Industrial apregoavam a tese de que estávamos evoluindo como espécie, na verdade sob a ótica socioambiental podemos dizer que aceleramos uma degradação das relações humanas e socioambientais. O mundo continuou aprofundando as desigualdades, a exclusão de bilhões de humanos a uma vida digna para manterem-se privilégios de poucos. Esta ignorância que vem esgotando de forma criminosa nossos recursos naturais, degradando as pessoas e o meio ambiente.
- A " informação" da grande imprensa é patrocinada por quem ? Como um meio de comunicação pode dizer que está informando a população se não liga o fato divulgado as raízes dos conflitos ambientais ? Se toda educação deveria ser ambiental, toda informação deveria ser ambientalmente justa e defendida como direito de todos.
- Sabemos que a história humana vem conflitando com a lógica e a harmonia da natureza. Somos hoje predadores. Pois mesmo tendo uma leve informação do que seja o aquecimento global, as pandemias que se diversificam e se multiplicam, o aprofundamento e degradação da maioria dos humanos, ainda não depomos governos que levam o planeta ao caos. A sociedade civil tem que se fazer ouvir e organizar-se não apenas em nosso país. Esperar de gestores do caos planetário solução para esta crise socioambiental é estar contra nossa humanidade de "ser".
- Podemos sim implantar uma sociedade onde o ser humano seja de fato respeitado. Esta tecnologia ambiental o Brasil vem implantando através da organização da sociedade civil, de associações e grupos ambientais, de muitas comunidades indígenas, quilombolas, populações tradicionais. Mesmo nas áreas urbanas grupos como de Camila Pitanga, Letícia Sabatella, Isabel Fillardis, são exemplos da capacidade humana de empreendermos ações de cidadania que educam. A grande questão é que não são manchetes da grande imprensa. Por isso nós homens e mulheres anônimos(as), o cidadão(ã) sem visibilidade ou valor senão na época eleitoral, precisamos acontecer exercendo nossa força de cidadania.
- A nós homens cabe a inteligência de buscarmos mulheres assim, que saibam conosco nos unirmos numa atitude cidadã. A organização de grupos socioambientais, das redes de meio ambiente são uma saída para vencermos esta crise ambiental. Podemos sim viver de forma ambientalmente muito melhor.
- Cada um de nós " compõe a sua história", carregamos o dom de sermos capazes e felizes vivendo de forma mais harmônica e saudável.
- " É preciso amor para poder pulsar, é preciso paz para poder sorrir. É preciso a chuva para florir".
- Léo Maia lembrando seu pai Tim Maia canta com razão: "tenha fé, mesmo com o mundo em desencanto, a luz banirá as trevas. Tenha Fé."
- É fundamental valorizarmos nossa capacidade de vivermos bem, com melhor qualidade de vida para todos. Implantarmos com decisão o Art. 225 de nossa Constituição brasileira. Elevarmos nossa auto estima humana.
- O que diferencia uma pessoa que valoriza a nossa espécie humana em relação por exemplo aos porcos, destas outras que se massificam e lavam as mãos, não como profilaxia, diante a crise ambiental é a atitude. Se existe o instinto de destruição na humanidade há o instinto de preservação. A vida é mais. O sagrado direito a informação socioambiental que salva vidas é uma conquista de cidadania. Por isto acreditamos na força da sociedade civil. Na nossa atitude vencedora.

- Pelo agravamento da pandemia da gripe suína, divulgamos o telefone de contato do Ministério da Saúde: 0800611997 que presta informações sobre mais esta pandemia. Se você ligar e estiver congestionado, desbloqueie sua insatisfação e busque participar de alguma organização ambiental brasileira.
- Fica nosso convite para você se inscrever em nosso blog: www.oecoambiental.blogspot.com e se tornar um assinante/apoiador(a) do Jornal Oecoambiental, veja em nosso site no link de assinantes como proceder: www.oecoambiental.com.br.
- Sugerimos também uma nova leitura ao texto publicado em nosso blog: " A gripe suína e o meio ambiente."
- Fica como ser humano nossa solidariedade a nossa espécie n este momento degradante da história humana. Nós vamos vencer, tenha Fé. Acredite na sua atitude de se mobilizar, se organizar para vencermos a crise socioambiental.
- O crime ambiental está dado na disseminação desta pandemia. Quem está pagando a conta de novo ? Cada cidadão(ã) não só brasileiro(a) , mas a população mundial. A gravidade da crise ambiental é que atinge comunidades, cidades, países, todo planeta.
- Conquiste o direito a informação socioambiental. Vamos nos unir, porque nascemos para vencer.

Luiz Cláudio
Jornal Oecoambiental
www.oecoambiental.blogspot.com
www.oecoambiental.com.br

segunda-feira, 27 de julho de 2009

O QUE É BIODIVERSIDADE

CORES DA NATUREZA 5





Conceitos na área ambiental são argumentações que dizem respeito as várias visões sobre o ambiente que vivemos. Leia agora um destes conceitos.

O QUE É BIODIVERSIDADE

- A diversidade biológica, ou
biodiversidade, é a variedade de vida na Terra. Ela é constituída pelas variedades inter-específica, entre espécies e de acossistemas. A biodiversidade também se refere às relações complexas entre seres vivos, e entre seres vivos e seu meio ambiente.
- Biodiversidade é portanto o conjunto de toda a vida no planeta Terra, incluindo todas as diferentes espécies de plantas, animais e microorganismos ( estimadas em mais de 10 milhões de espécies), toda a variabilidade genética dentro das espécies ( estimada em 10 a 100 mil genes por espécie) e toda a diversidade de ecossistemas formados por diferentes combinações de espécies.
- A biodiversidade inclui os serviços ambientais responsáveis pela manutenção da vida na Terra, pela interação entre os seres vivos e pela oferta dos bens e serviços que sustentam as sociedades humanas e suas economias. Esses bens e serviços incluem alimentos, medicamentos, água e ar limpos, e outros recursos naturais que sustentam uma ampla variedade de atividades humanas e indústrias, desde atividades florestais até mineração e produtos farmacêuticos. Estudos recentes estimam o valor agregado anual dos serviços ambientais em todo o mundo em trilhões de dólares.
- A biodiversidade inclui tanto as espécies silvestres como as domesticadas pelo homem nos últimos 10 mil anos (uma única espécie domesticada como o arroz pode conter hoje mais de 2.000 variedades locais diferenciadas).
- A biodiversidade inclui os recursos biológicos, que são objeto de exploração econômica pelo homem, seja por meio de extrativismo de pesca e caça, extrativismo vegetal e extração madeireira, seja pelo cultivo e criação de espécies domesticadas na agricultura, silvicultura, aquicultura e pecuária.
- A biodiversidade inclui os recursos genéticos que compõem o patrimônio genético, base da pesquisa de melhoramento genético que produz cultivares e raças mais produtivas e resistentes e, por outro lado, forma a base para a crescente indústria da biotecnologia.
- A disponibilidade de tais bens e serviços, e portanto a existência continuada tanto da indústria quanto da vida em geral, estão sob ameaça crescente da exploração excessiva, perda e degradação de habitat, poluição, espécies invasoras e mudanças climáticas. Manter a biodiversidade frente ao crescente impacto humano é um dos maiores desafios da era moderna.

BIODIVERSIDADE NO BRASIL

- O Brasil é reconhecido mundialmente como o país que detém a maior fatia da biodiversidade mundial ( 15 a 20% ). É o número 1 entre os países megadiversos.
- Metade do PIB brasileiro advém do uso direto da biodiversidade por meio da agricultura, pecuária, pesca, aquicultura, exploração florestal, silvicultura e turismo.
- Brasil possui uma rica sociodiversidade, representada por mais de 200 povos indígenas e uma diversidade de comunidades locais (quilombolas, caiçaras, seringueiros, etc.) que reúnem um inestimável acervo de conhecimentos tradicionais sobre a conservação e uso da biodiversidade."

( Fonte:Instituto de Estudos Avançados da Universidade das Nações Unidas - Oitava Reunião da Conferência das Partes da Convenção sobre Diversidade Biológica ( COP-8) ).

O que acham vocês biólogas(os), ecologistas, quem acessa nosso blog, desta argumentação ?

CEBs DEFENDEM A FLORESTA AMAZÕNICA

CEBs pedem de novo pela grande floresta

No Acre, nas décadas de 70 e 80, as Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) ajudaram os índios, seringueiros e outros povos da floresta a se defenderem e a combater os fazendeiros do Centro-Sul que queriam expulsá-los de suas terras para transformar a floresta do estado num grande pasto para o gado.
(www.kaxiana.com.br)

sexta-feira, 24 de julho de 2009

IMAGENS

AS CORES DA NATUREZA 4

ASSEMBLÉIA GERAL DA ONU - LEONARDO BOFF


ASSEMBLEIA GERAL DA ONU / UN GENERAL ASSEMBLY / ASAMBLEA GENERAL DE LA ONU

Discurso de Leonardo Boff no dia 22 de abril de 2009, Dia Internacional da Mãe Terra


Senhor Presidente Miguel d’Escoto Brockmann
Senhor Presidente do Estado Plurinacional de Bolivia, Sua Excelencia Evo Morales Ayma


- Distinguidos delegados
Irmãos e Irmãs todos no ano de 2000 a Carta da Terra nos fazia esta severa advertência:: «Estamos num momento crítico da história da Tierra, na qual a humanidade deve escolher o seu futuro...A escolha nossa é: ou formamos uma aliança global para cuidar da Tierra e cuidarnos uns dos outros ou arriscamos a nossa própria destruição e a da diversidade da vida.

- Se a crise econômico-financeira é preocupante, a crise da não-sustentabilidade da Terra se apresenta ameaçadora. Os cientistas que acompanham o estado da Terra, especialmente a Global Foot Print Network têm falado do Earth Overshoot Day, do dia em que foram ultrapassados os limites da Terra. E isso ocorreu exatamente no dia 23 de setembro de de 2008, uma semana após o estouro da crise econômico-financeira nos EUA. A Terra ultrapassou em 40% sua capacidade de reposição dos recursos necessarios para as demandas humanas. Neste momento necessitamos mais de uma Terra para atender a nossa subsistência.
- Como garantir a sustentabilidade da Terra já que esta é a premissa para resolver as demais crises: a social, a alimentária, a energética e a climática? Agora já não temos uma Arca de Noé que salve alguns e deixa perecer os demais. Todos devemos nos salvar juntos.

- Como asseverou recentemente com muita propriedade o Secretário Geral desta Casa, Ban Ki-Moon:"não podemos deixar que o urgente comprometa o esencial". O urgente é resolver o caos econômico, mas o esencial é garantir a vitalidade e a integridade do planeta Terra. É decisivo superar a crise financiera, porém o imprescindível e essecial é: como vamos salvar a Casa Comum e a Humanidade que é parte dela?

- Esta é a razão para termos adotado a resolução sobre o Dia Internacional da Mãe Terra que, a partir de agora, se celebrará no dia 22 de abril de cada ano.

- Dado o agravamento da situação ambiental, especialmente do aquecimento global, temos que atuar juntos e rápido. Não temos tempo a perder nem nos é permitido errar. Caso contrário, há o risco de que a Terra possa continuar mas sem nós.

- Em nome da Terra, nossa Mãe, de seus filhos e filhas sofredores e dos demais membros da comunidade de vida, quero agradecer a esta Assembléia Geral por haver sabiamente aprovado esta resolução.

- Neste contexto, me permito fazer uma breve apresentação do fundamento que sustenta a idéia da Terra como nossa Mãe.

- Desde da mais alta ancestralidade, as culturas e religiões sempre têm testemunhado a crença na Terra como Grande Mãe, Magna Mater, Inana e Pachamama.
- Os povos originários de ontem e de hoje tinham e têm clara consciencia de que a Terra é geradora de todos os viventes. Somente um ser vivo pode produzir vida em suas mais diferentes formas. A Terra é, pois, nossa Mãe universal.

- Durante séculos e séculos prevaleceu esta visão até a emergência recente do espírito científico no século XVI. A partir de então, a Terra já não é mais considerada como Mãe, senão como uma realidade sem espírito, entregue ao ser humano para ser submetida, mesmo com violência. A mãe-natureza que devia ser respeitada se transformou em naturaza-selvagem que deve ser dominada. A Terra se viu convertida num baú cheio de recursos naturais, disponíveis para a acumulação e o consumo humano.

- Neste novo paradigma não se coloca a questão dos limites de suportabilidade do sistema-Terra nem dos recursos naturais não renováveis. Pressupunha-se que os recursos seriam infinitos e que poderíamos ir crescendo ilimitadamente na direção do futuro. O que efetivamente é uma grande ilusão.
- A preocupação principal era e é: como ganhar mais no tempo mais rápido possível e com um investimento menor? A realização histórica deste propósito fez surgir um arquipélago de riqueza rodeado por um mar de miséria.

- O PNUD de 2007-2008 o confirma: os 20% mais ricos do mundo absorvem 82,4% de todas as riquezas da Terra enquanto os 20% mais pobres têm que se contentar com apenas 1,6%. Estes dados provam que uma ínfima minoria monopoliza o consumo e controla os processos econômicos que implicam pilhagem da naturaza e grande injustiça social. Entretanto, a partir dos tardios anos 70 do século passado se tem imposto a constatação de que um planeta pequeno, velho e limitado como a Terra já não pode suportar um projeto ilimitado. Faz-se urgente outro modelo que tenha como eixo a Terra, a vida e o bem viver planetário no quadro de um espírito de colaboração, de responsabilidade coletiva e de cuidado.

- Agora a preocupação central é: como viver e produzir em harmonía com a Terra, com os seres humanos, como o universo e com a Última Realidade, distribuindo equitativamente os beneficios entre todos e alimentando solidariedade para com as gerações presentes e futuras? Como viver mais com menos?

- Foi neste contexto que se resgatou a visão da Terra como Mãe. Já não é mais a percepção dos antigos mas uma constatação empírica e científica. Foi mérito dos cientistas e sábios como James Lovelock, Lynn Margulis e José Lutzenberger nos anos 70 do século passado, ter demostrado que a Terra é um superorganismo vivo que se autoregula. Ela articula permanentemente o físico, o químico e o biológico de forma tão sutil e equilibrada que, sob a luz do sol, propicia a produção e a manutenção de todas as formas de vida. Por milhões de anos o nível do oxigênio, essencial para a vida, se mantem em 21%, o nitrogênio, decisivo para o crescimento, em 79% e o nivel de sal dos oceanos em 3,4%. E assim todos os elementos necessários para a vida. Não é que sobre a Terra haja vida. A Terra mesma é viva, chamada de Gaia, a deusa grega para significar a Terra viva.

- Que toda a Terra está cheia de vida no-lo comprova o conhecido biólogo Edward O. Wilson. Escreve ele:"Num grama de terra ou seja, em menos de um punhado, vivem cerca de dez bilhões de bactérias pertencentes até a seis mil espécies diferentes". Efetivamente, a Terra é Mãe fecunda.

- A Terra existe já há 4, 4 bilhões de anos. Num momento avançado de sua evolução, de sua complexidade e de sua auto-organização, começou a sentir, a pensar e a amar. Foi quando emergiu o ser humano. Com razão nas linguas ocidentais homo/homem vem de húmus, terra fecunda. E em hebraico Adam se deriva de adamah, terra cultivável. Por isso, o ser humano é a própria Terra que anda, que sente, que pensa e que ama, como dizia o poeta indígena e cantador argentino Atahualpa Yupanqui.

- A visão dos astronautas confirma a simbiose entre Terra e Humanidade. De suas naves espaciais testemunhavam de forma comovedora: "daqui, contemplando este resplancedente planeta azul-branco, não se percebe nenhuma diferenta entre Terra e Humanidade. Formam uma única entidade". Mais que como povos, nações e etnias devemos nos entender como criaturas da Terra, como filho e filhas da Mãe comum. Entretanto, olhando a Terra mais de perto, nos damos conta de que ela se encontra crucificada. Possui o rosto do terceiro e quarto mundo, porque vive sistematicamente agredida. Quase a metade de seus filhos e filhas padecem fome e sede e são condenados a morrer antes do tempo. A cada quatro segundos, consoante dados da própria ONU, morre uma pessoa estritamente de fome.

- Por isso, são expressões de amor à Mãe Terra, as políticas sociais de muitos paises, como por exemplo, de meu pais, o Brasil, sob o governo do Presidente Luis Inácio Lula da Silva, particularmente o programa Fome Zero e Bolsa Familia. Em seis anos se devolveu vida e dignidade a 50 milhões de pessoas que antes viviam na pobreza e na fome.

- Temos que baixar a Terra da cruz e ressuscitá-la. Para esta tarefa gigantesca somos inspirados por um documento precioso: a Carta da Terra. Nasceu da sociedade civil mundial. Em sua elaboração envolveu mais de cem mil pessoas de 46 paises. Em 2003 uma resolução da UNESCO a apresentou "como um instrumento educativo e uma referência ética para o desenvolvimento sustentável". Participaram ativamente de sua concepção Mikhail Gorbachev, Maurice Strong e Steven Rockfeller e eu mesmo entre otros. A Carta entende a Terra como dotada de vida e como nosso Lar Comum. Apresenta pautas concretas que podem salvá-la, cuidando-a com comprensão, com compaixão e com amor, como cabe a toda mãe. Oxalá, um dia, esta Carta da Terra, possa ser apresentada, discutida e enriquecida por esta Assembléia Geral. Caso seja aprovada, teríamos um documento oficial sobre a dignidade da Terra junto com a declaração sobre a dignidade da pessoa humana.

- Mas cabe fazer uma advertencia. Para sentir a Terra como Mãe não é suficiente a razão dominante que é funcional e instrumental. Necesitamos enriquecê-la com a razão sensível, emocional e cordial, pois ai se enraiza o sentimento profundo, se elaboram os valores, se cultivam o cuidado essencial, a compaixão e os sonhos que nos inspiram ações salvadoras. Nossa missão, no conjunto dos seres, é a de ser os guardiães e cuidadores desta sagrada herança que recebemos do universo: a Terra, nossa Mãe.

- Para terminar permito-me fazer uma sugestão: que se coloque na cúpula interna da Assembléia uma destas imagens belíssimas e plásticas da Terra vista a partir de fora da Terra. Suspensa no transfundo negro do universo, ela evoca em nós sentimentos de reverência e de mútua pertença. Ao contemplá-la, tomamos conciência de que ai está o nosso Lar Comum.

- Pediria ainda que fosse aprovada uma recomendação de que no dia 22 de abril, dia Internacional da Mãe Terra, se fizesse um momento de silêncio em todos os lugares públicos, nas escolas, nas fábricas, nos escritorios, nos parlamentos para que nossos corações entrem em sintonia com o coração de nossa Mãe Terra.

- Concluo. Tal como está, a Terra não pode continuar. É urgente que mudemos nossas mentes e nossos corações, nosso modo de produção e nosso padrão de consumo, caso quisermos ter um futuro de esperança. A solução para a Terra não cái do céu. Ela será o resultado de uma coalizão de forças em torno a uma consciência ecológica integral, uns valores éticos multiculturais, uns fins humanísticos e um novo sentido de ser. Só assim honraremos nossa Casa Comum, a Terra, nossa grande generosa Mãe.

Muito obrigado.

Leonardo Boff - Representante do Brasil e da Comissão da Carta da Terra.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

IMAGENS

AS CORES DA NATUREZA 3




Recebemos de Tereza "As cores da natureza" e vamos seguindo com toda essa beleza e a sua luz que ilumina o Jornal Oecoambiental . Muito obrigado.

IMAGENS

AS CORES DA NATUREZA 2


IMAGENS

AS CORES DA NATUREZA 1




quarta-feira, 22 de julho de 2009

COMBATE ÀS QUEIMADAS NA AMAZÔNIA

Foto: divulgação - queimadas Acre


Justiça Federal avança no combate à destruição da floresta amazônica20/07/2009
Queimadas também trazem muitas doenças para os habitantes dos estados amazônicos


Kaxiana (*)

Cresce na Amazônia a ação da Justiça Federal contra os destruidores da floresta, seja pelas derrubadas ou pela ação devastadora do fogo. Depois de o Ministério Público pedir e a Justiça Federal conceder liminar proibindo progressivamente a autorização de queimadas no Acre, agora é a vez da Justiça Federal de Marabá (PA) obrigar proprietários rurais da região a aderirem à política do desmatamento zero, proposta pelo Ministério Público Federal nas ações contra fazendeiros e frigoríficos que devastaram milhares de hectares de floresta no estado.
Pela decisão da Justiça Federal, além de não poderem derrubar novas áreas, os fazendeiros também deverão fazer as regularizações ambiental e fundiária dos imóveis, em alguns casos em prazos mais rígidos que os sugeridos pelo Ministério Público na proposta geral encaminhada ao setor.
Pelo que informou a Procuradoria Geral da República, a decisão tomada pelo juiz federal Carlos Henrique Haddad na última quinta-feira, 16/07, vale para as propriedades dos grupos Santa Bárbara (fazendas Maria Bonita, Cedro, Espírito Santo e Castanhais) e Agropastoril do Araguaia (fazenda Santa Fé).
De acordo com o Ministério Público, as empresas haviam pedido a suspensão de embargos propostos pelo Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis). O juiz Carlos Haddad suspendeu os embargos, mas condicionou a manutenção da suspensão ao atendimento das propostas feitas pelo Ministério Público.
Pela decisão tomada pelo juiz federal, a manutenção da suspensão do embargo para as fazendas do Grupo Santa Bárbara depende da solicitação de obtenção do CAR (Cadastro Ambiental Rural) da Sema (Secretaria de Estado de Meio Ambiente) em até seis meses e a apresentação, até 11 de dezembro, de pedido de licenciamento ambiental à Sema, com a regularização da reserva legal. As fazendas deverão ainda obter a licença ambiental em até dois anos e regularizar a situação fundiária em até três anos.
Em seu despacho, o juiz federal assina que, entre outras condições, para manter a suspensão do embargo, a empresa não poderá constar entre as processadas por trabalho escravo ou ter condenação judicial em primeiro grau até que está seja reformada por instância superior. Para as áreas do grupo Agropastoril do Araguaia as exigências são as mesmas. Só há diferenças nos prazos concedidos para o licenciamento ambiental, que é de 12 meses, e para a regularização fundiária, que é de cinco anos.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

MUDANÇAS CLIMÁTICAS

CNMA e SMCQ realizam seminários sobre

mudanças climáticas



A Conferência Nacional do Meio Ambiente (CNMA/DRCS/SAIC) e a Secretaria de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental (SMCQ), em parceria com o Instituto Banco Mundial, realizam de julho a dezembro cinco Seminários Temáticos sobre Mudança do Clima. O objetivo é contribuir no processo de conscientização sobre as ações necessárias para o enfrentamento às mudanças do clima. O primeiro encontro acontecerá no dia 21 de julho - terça-feira, das 15h às 18h (horário de Brasília).
Os debates acontecerão por meio de videoconferências e os estados sem sala de conexão participarão por webstreaming e chat nos endereços:
http://vcg01.worldbank.org/GDLN
(http://vcg01.worldbank.org/vc/index.php) (http://streaming7.worldbank.org/vv/Livestream13).

Confira a agenda:
1. A Ciência das Mudanças Climáticas ? 21 de julho
2. Vulnerabilidade e Impactos ? 15 de setembro
3. Adaptação e Mitigação ? 06 de outubro
4. As Instituições Internacionais de Mudanças Climáticas ? 03 de novembro
5. O Brasil e as Mudanças Climáticas ? Plano Nacional sobre Mudança do Clima ? 1º de dezembro

Os interssados devem se inscrever até o dia 20 de julho. Inscrições limitadas.
Informações pelo telefone 61.3317.1500.
Contato:
Suzane Durães e Larissa Gomes? assessoria de imprensa/CNMA ? Tel: 61 3317.1067 / 8171.4275

SEMINÁRIO INTERNACIONAL RESÍDUOS


quarta-feira, 15 de julho de 2009

PROTEÇÃO ÀS FLORESTAS

DIA 17 DE JULHO

É O DIA DA CONSCIENTIZAÇÃO


PELA PROTEÇÃO

ÀS FLORESTAS





Floresta nas Montanhas do Parque Nacional de Tumucumaque
no Corredor da Biodiversidade do Amapá, Brasil. Imagem Cortesia: Enrico Bernard/CI.

É sempre bom lembrarmos que o nome de nosso país tem origem em uma madeira (pau-brasil) presente em nossa Mata Atlântica, hoje reduzida a 5%, na cronologia do Prof. Genebaldo, apresentada na matéria anterior. Onde erramos ? Onde ainda estamos errando ?
No dia 13 de maio na vigília em defesa da Amazônia no Senado Federal em Brasília, presenciamos que atitudes no Brasil estão sendo tomadas, pelo povo brasileiro em defesa da floresta. Mas muito ainda temos que fazer. Continuamos acreditando que quando o povo brasileiro for devidamente informado de como nós brasileiros estamos cuidadando da Amazônia e como podemos melhorar estas ações, vamos compreender como é fundamental na área urbana todos nós brasileiros nos unirmos cada dia mais na defesa do meio ambiente. Um pai e mãe de família, nossos filhos, netos, todos somos parte do meio ambiente. Que no dia 17 Julho Dia de Conscientização pela Proteção as Florestas, possamos defendê-las como parte de nossas famílias em todos dias do ano.


MEIO AMBIENTE E HISTÓRIA


O MEIO AMBIENTE NO TEMPO

O Jornal Oecoambiental trabalha para difundir a informação socioambiental, as atitudes das pessoas, instituições e governos para garantirmos que o artigo 225 da Constituição Brasileira seja implantado, juntamente com a Agenda 21 que pode defender a população e o restante do meio ambiente construindo a sustentabilidade.
A atual situação socioambiental de crise que o Brasil e o mundo atravessam possui uma origem e raízes históricas. A informação socioambiental é direito de todos nós brasileiros. Aprender com nossos erros e acertos é fundamental para vencermos a crise ambiental.
O Jornal Oecoambiental divulga a partir de hoje uma cronologia que tem por base um estudo organizado pelo Sr. Genebaldo Freire Dias, doutor em Ecologia. Serão acrescidas informações, observaçõess e acontecimentos sugeridos pelos nossos leitores ao longo do tempo. Seguindo o princípio de saberes ambientais, outras datas e acontecimentos, de nossa diversidade cultural, podem enriquecer e agregar conhecimento a esta cronologia proposta. Que possamos juntos construirmos e produzirmos estes acontecimentos vencendo os desafios ambientais. Trabalhamos com o princípio de que as pessoas são sujeitos históricos. Nossas ações podem degradar ou defenderem nossa espécie humana e o ambiente.
Uma análise da atitude humana no tempo é fundamental para compreendermos a importância de cada dia mais, melhorarmos e dinamizarmos a qualidade de nossas ações em defesa de uma sociedade mais justa e ambientalmente sadia para todos.

CRONOLOGIA SOCIOAMBIENTAL
Ano de 1500

“ Em 22 de abril, chegaram os portugueses ao litoral brasileiro – cerca de 1.100 homens em doze naus.
- Em 23 de abril, os portugueses desembarcaram e foram gentilmente recebidos pelos indígenas.
- No dia 1 de maio, para realizar a segunda missa, foi feita uma gigantesca cruz de madeira e uma clareira – prenúncio da devastação das nossas florestas através da exploração predatória. Os indígenas foram levados a participar do culto – prenúncio da sua aculturação pelos colonizadores europeus e consequentemente da sua quase dizimação (dos quatro milhões de indígenas brasileiros restam apenas duzentos mil).
- Em 2 de maio, Gaspar de Lemos voltou a Portugal levando a carta de Pero Vaz de Caminha, que relatava a D. Manoel 1, rei de Portugal, a exuberância da “nova” terra. Inaugurando o contrabando dos nossos recursos naturais, foram levados também exemplares da nossa flora, principalmente toras de pau-brasil, e da nossa fauna, principalmente papagaios.
1503

- Fernão de Noronha iniciou a comercialização do pau-brasil, no início um monopólio da coroa portuguesa. Em seguida participaram a Inglaterra, a França, a Espanha e a Holanda. Atualmente a pilhagem continua (Japão, Inglaterra e EUA, principalmente). Dos 200 mil km da Mata Atlântica originais, restam apenas 10 mil km (5%), que continuam ameaçados.
1542

- A primeira Carta Régia do Brasil, estabelecia normas disciplinares para o corte de madeira e determinava punições para os abusos que vinham sendo cometidos.
1794

Joseph Priestley descobriu o oxigênio.

1827

Carta
de Lei de Outubro, do império, delegava poderes aos juízes de paz das províncias para a fiscalização das matas.
1850

- D. Pedro II editava a Lei 601 proibindo a exploração florestal em terras descobertas e dando poderes às províncias para sua aplicação. Na época, a Lei foi ignorada, e verificou-se uma grande devastação de floresta (desmatamento pelo fogo) para a instalação de monocultura do café para alimentar as exportações brasileiras.

terça-feira, 14 de julho de 2009

NÃO HÁ CIDADE MELHOR QUE BH

2014 É A COPA DO MEIO AMBIENTE: SER A SEDE

DE ABERTURA DESTA COPA É MANIFESTAR

QUE QUEREMOS UM BRASIL E UM MUNDO

DE UM BELO HORIZONTE SUSTENTÁVEL











- Está no ar, no portal do Ministério do Turismo, um link especial sobre a Copa do Mundo de 2014. No qual existe uma enquete “Qual deve ser a cidade de abertura da Copa?”
- Convidamos todos a votarem na nossa querida Belo Horizonte. Vamos nos unir e mostrar que estamos juntos fortalecendo a importância da Capital Mineira como cidade sede da Copa do Mundo de 2014.
- Acessem www.copa2014.turismo.gov.br. Do lado direito, no fim da página, tem um box onde deverão votar.
Se estiverem de acordo, votem e divulguem!!

BH tá ganhando.

sexta-feira, 10 de julho de 2009




CONVERSANDO SOBRE A AMAZÕNIA

A AMAZÔNIA SOMOS TODOS NÓS BRASILEIROS


A chamada Amazônia Legal brasileira está formada por dez Estados: Acre, Amapá, Amazonas, Goiás, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins, Maranhão e Mato Grosso. O território compreende 5.030.730 km2, 59% do território nacional e 65% de toda a bacia amazônica. Tem 11.248 km de fronteiras internacionais, 1.482 km de costa atlântica, 22 mil km de rios navegáveis, com 23 milhões de habitantes, dentre os quais 163 povos indígenas, que totalizam 208 mil pessoas ou 60% da população indígena brasileira.
A maior floresta tropical do mundo, um dos mais ricos, complexos e diversos biomas do mundo, ocupa uma área de 7,01 milhões de km2 e corresponde a 5% da superfície da Terra, 40% da América do Sul. Contém 20% da disponibilidade mundial de água doce não-congelada e 80% da água disponível no território brasileiro. Abriga 34% das reservas mundiais de florestas e uma gigantesca reserva de minérios. Sua diversidade biológica de ecossistemas, espécies e germoplasma é a mais intensa e rica do planeta: cerca de 30% de todas as espécies de fauna e flora do mundo encontram-se nessa região. O sistema fluvial Amazonas-Solimões-Ucayalli representa o mais extenso rio do mundo, com 6.671 km; a bacia hidrográfica do rio Amazonas é constituída por cerca de 1.100 rios, e o rio Amazonas joga no Oceano Atlântico entre 200 e 220 mil m3 de água por segundo, o que representa 15, 5% de toda a água doce que entra diariamente nos oceanos. Ele leva para o Oceano uma gigantesca quantidade de sedimentos, calculada em um bilhão de toneladas por ano. As correntes do Atlântico Norte distribuem esses sedimentos férteis ao longo da costa até a Venezuela e algumas ilhas do Caribe.
Saiba mais sobre a Amazônia. Acesse www.kaxiana.com.br

sexta-feira, 3 de julho de 2009

ECONOMIA SOLIDÁRIA E MEIO AMBIENTE


A ECONOMIA SUSTENTÁVEL


Defender o meio ambiente é defender novas relações de produção e consumo. Tão desafiante como deter o desmatamento da Amazônia, os conflitos urbanos e rurais, a defasagem entre o que se produz e a ausência do consumo mínimo para bilhões de seres humanos e a qualidade do que se consome é a implantação de uma economia solidária. A defesa de nossa própria espécie humana. Como ser solidário em um mundo cada vez mais egoísta e voltado ao consumo sem qualidade ?
Meio ambiente somos todos nós. A sociedade massificada busca na ostentação individualista os prazeres narcisistas de uma economia degradante. Por que degradante ? Onde está a tão propalada capacidade e inteligência das economias dos países do norte se nossa espécie humana se gaba por manter privilégios de consumo e energia de classe, de etnias, de castas, as custas da negação do direito a uma vida digna para a maioria de bilhões de pessoas, seus semelhantes no mundo ?
Essa forma degradante de produção é exportada como ideal de vida, a ideologia do consumo dos "fest foods", dos vícios de consumo, que oprimem os que "podem" consumir, pois precisam se esconder em casas e apartamentos que consomem a "segurança" de se acharem mais, melhores, porque consomem mais e por isso se julgam melhores. Se empanturram da violência da exclusão. Vivem como deuses, fazem deuses para si. Criam seitas que os elevam a uma condição sobrenatural, supra humana de serem melhores, por isso podem, para manter a "vontade de deuses", consumirem sem limites e sem culpa. Fabricam-se seitas, religiões, meditações para se neutralizarem a capacidade humana de lutarmos por meio ambiente solidário. Fabricam-se seitas do egoísmo e da deificação do mercado. Alimentam-se da arrogância, da indiferença e como abutres das vidas dos que não tem o que comer e pouco se lixam para isso. Não criamos sociedades e sim antropófagos. Pois a moda é não estar nem aí para nada. E haja meditação para dar conta. Conhecer a si mesmo é tão importante quanto ao meio ambiente que nos cerca. Nos conflitos ambientais que o Brasil e o mundo atravessam de que nos adianta nos fecharmos no individualismo se os recursos naturais e humanos para se garantir a vida estão ameaçados cotidianamente ?
Já que os economistas neoclássicos, fordistas, vivem evocando a razão do mercado, dizemos que a razão ambiental da degradação atual da sociedade, do "não tenho nada a ver com isso", leva-nos a uma constatação: é justo e racional dizermos sim, não é apenas comigo é com a espécie humana nossa degradação ambiental.
Não defendemos o fatalismo dos G8, pois esta é uma forma ideológica de buscar-se neutralizar as atitudes, as ações em favor da defesa da vida e do meio ambiente. São fatalistas quanto aos diagnósticos do meio ambiente, mas não reduzem nem transformam suas relações de produção e consumo. Querem que nós brasileiros e muitas outras economias paguemos o ônus de uma degradação que insistem em exportar como a tecnologia do "primeiro mundo". Uma insanidade. Vivermos em mundos divididos G8, G20 e outras estratificações, num mundo que é habitado por uma mesma espécie humana.
Felizmente como já refletimos, temos culturas diferentes. E a união dos que acreditam em um só mundo para todos, com dignidade de vida para todos está vencendo e vai vencer. Por isto continuamos nosso trabalho de implantarmos o Projeto Oecoambiental www.oecoambiental.com.br - wwwoecoambiental.blogspot.com . Estamos e queremos nos unir cada vez mais a outras pessoas, atitudes, projetos, ações que digam sim a justiça socioambiental. Temos certeza do caminho que estamos trilhando de buscarmos uma economia solidária. Por isto estamos implantando nosso Jornal, nosso Projeto através da argumentação com pessoas e instituições, que sabem que podemos vencer esta crise. Estamos mobilizando atitudes que não são coniventes com esta situação degradante em que o Brasil e o mundo se encontram.
Nosso projeto e jornal estão baseados na economia solidária. Nestes anos de trabalho nos orgulhamos sim de cada jornal e informação que pudemos divulgar em defesa da vida e de uma sociedade ambientalmente mais justa. O fazemos implantando a justiça ambiental. Todos temos direito a informação ambiental. O direito a informação é um fundamento do artigo 225 da Constituição brasileira, pois a informação socioambiental salva vidas.
Nosso propósito desde a fundação de nosso Jornal Oecoambiental é agirmos na difusão da informação socioambiental que defenda um meio ambiente mais justo e com qualidade de vida para todos. Por isto você leitor(a) venha fazer parte dos que buscam consolidar esta economia solidária. Ela vem acontecendo na construção da sustentabilidade no Brasil.
Jornal Oecoambiental

quarta-feira, 1 de julho de 2009

SEJA UM ASSINANTE/APOIADOR DO PROJETO OECOAMBIENTAL www.oecoambiental.blogspot.com

QUE FAZER DIANTE A CRISE AMBIENTAL ?

TOME UMA ATITUDE:
DEFENDA - SE DA CRISE AMBIENTAL ACREDITE QUE COM NOSSA UNIÃO PODEMOS VENCER OS PROBLEMAS AMBIENTAIS EM NOSSO PAÍS E NO MUNDO


PLANTE UMA ATITUDE

- Participe de nossa campanha de assinantes/apoiadores do Projeto e Jornal O Ecoambiental. Envie-nos um e-mail dizendo que deseja ser assinante/apoiador. A assinatura tem um valor de R$ 17,00 para receber quatro edições de nosso jornal impresso por ano. Você também pode definir um valor de assinatura como apoio, acima deste valor, na quantia que desejar e da forma que desejar. Basta enviar-nos um e-mail com a forma de assinatura que você deseja realizar: 15% destes recursos vamos destinar ao apoio a projetos sustentáveis que defendam a valorização dos seres humanos e de todo meio ambiente,como os produtores da agricultura familiar que produzem alimentos agroecológicos e orgânicos.


QUEM DEFENDE O MEIO AMBIENTE,  DEFENDE A SI MESMO, A SUA FAMÍLIA, TODA COMUNIDADE LOCAL, MUNDIAL

Qual é nosso trabalho  ?


   Além de trabalharmos na difusão da comunicação e educação socioambiental da sociedade, realizamos cursos e seminários, palestras com o tema: O Cidadão e o Meio Ambiente, fundamentados na Agenda 21, no Artigo 225 da Constituição brasileira e na economia solidária.


Como participar?


   Você pode participar de nossos eventos, também nos enviando matérias, artigos, textos sobre meio ambiente para serem divulgados em nosso blog:WWW.oecoambiental.blogspot.com .  Você pode ser assinante/apoiador  como explica este texto. Também deixamos a você a possibilidade de participar de nossa campanha permanente de plantio de árvores.

 “PLANTAR ÁRVORES PARA A CONSTRUÇÃO DE SOCIEDADES SUSTENTÁVEIS”



   O Jornal e Projeto O Ecoambiental convida você a ser um plantador de atitudes que protegem e defendem a valorização do ser humano e todo meio ambiente.


   Estamos lançando uma campanha para plantar árvores, unindo esforços e atitudes que fazem a diferença.

  Temos que reverter o aquecimento global, valorizar os seres humanos diante os conflitos socioambientais que se agravam no Brasil e no mundo.


   Estamos no século XXI, um século de mudanças, de transição de sociedades insustentáveis para sustentáveis. Vamos construir juntos projetos, ações, fundamentados na Agenda 21, divulgá-los, unir e apoiar iniciativas de pessoas e instituições que acreditam que é possível construirmos sociedades sustentáveis.


QUEM DEFENDE O MEIO AMBIENTE DEFENDE A HUMANIDADE

    O que podemos fazer para edificarmos estas novas sociedades? Dar seqüência a pequenas ações que nos colocam em contato com nossa energia vital que está na natureza. Nós somos parte da natureza.  Nossa proposta é desde já convidarmos pessoas a plantarem árvores. Não importa em que região do Brasil ou país você esteja.  Envie-nos uma foto para divulgarmos você plantando uma árvore e incentivando outras pessoas a fazerem o mesmo. Uma atitude pacífica, com um significado simbólico de que a união de pessoas e atitudes pode reverter à crise ambiental que atravessamos.


PLANTE UMA ÁRVORE

SEJA APOIADOR DO JORNAL E PROJETO O ECOAMBIENTAL


  A simbologia da atitude de plantar árvores, defender a biodiversidade, o meio ambiente unindo pessoas, atitudes, recursos humanos, financeiros dentro de uma perspectiva de economia solidária é nos educarmos individual e coletivamente para a construção de sociedades sustentáveis.



Como fazer?


- Convidamos você para plantar uma árvore e nos enviar uma foto via o e-mail: oecoambiental@hotmail.com de sua atitude com o seu nome e local onde realizou este plantio. Recomendamos que antes de efetuar o plantio da árvore, que consulte uma assessoria técnica sobre onde plantar e que espécie de árvore pode ser plantada em sua cidade ou comunidade. Se você for da região metropolitana de BH, inscreva-se nos enviando um e-mail, para receber uma muda com orientações técnicas de onde e como poderá plantar árvores. Se for de outras regiões do Brasil e exterior, plante uma árvore nos envie uma foto, procurando as mesmas orientações técnicas e nos enviando uma citação do significado para você de sua atitude. Vamos divulgar em nosso blog: www.oecoambiental.blogspot.com e no Facebook de nosso Jornal O Ecoambiental. Nosso propósito é estimular a espontaneidade de atitudes que promovam a valorização dos seres humanos e de todo meio ambiente.


SEJA UM ASSINANTE/APOIADOR DO JORNAL O ECOAMBIENTAL,

MULTIPLIQUE ATITUDES EM DEFESA DA VALORIZAÇÃO DA VIDA E DE TODO  O MEIO AMBIENTE