quarta-feira, 30 de julho de 2014

EM DEFESA DA ONÇA-PARDA








 





ONÇA PARDA
PLANO DE PRESERVAÇÃO DA ESPÉCIE
 
 




  No dia 27 de junho de 2014, o Instituto
 Chico Mendes de Conservação    (ICMBio) aprovou
 a criação do Plano de Ação Nacional para a
 Conservação da Onça-Parda, o PAN Onça-Parda.  

    Segundo o Instituto, a também chamada
“Puma Concolor” é um felino de grande porte, que
vive em uma grande diversidade de biomas, de áridos
desertos e florestas tropicais, do nível do mar
 até 5.800m de altitude, que atualmente se encontra
ameaçada de extinção. 
    O Plano consiste basicamente de atividades
 de estudo da espécie (nas áreas da biologia,
 ecologia e genética) e de redução dos
impactos negativos causados pelas atividades
 rurais, caça predatória e expansão da malha viária,
reduzindo a vulnerabilidade da onça-parda. O Plano
 tem ainda como objetivo a redução da perda de
 habitats e o aumento da conectividade entre remanescentes
de vegetação nativa. A coordenação do programa será
 feita pelo Centro Nacional de Pesquisa e
Conservação de Mamíferos Carnívoros (CENAP)
 e o ICMBio designará um Grupo de Assessoramento
Técnico para acompanhar a implementação e realizar
monitoria.
  As informações serão disponibilizadas no síte
do Instituto Chico Mendes de Conservação da
Biodiversidade.


 


 
 




 

terça-feira, 29 de julho de 2014

MARAVILHAS DO PLANETA TERRA


HISTORIA E MEIO AMBIENTE - GRANDES CIVILIZAÇÕES - ÁFRICA - O REINO DE KUSH


VEJA SEGUNDA PARTE:

FOZ DO IGUAÇU EM HD


HISTÓRIA E O MEIO AMBIENTE - GRANDES CIVILIZAÇÕES CHINA ANTIGA


BELEZAS DA TERRA


HISTÓRIA E O MEIO AMBIENTE - GRANDES CIVILIZAÇÕES - A ÍNDIA


EMPRESAS SUSTENTÁVEIS - DEFINIÇÃO

 Dentre os conceitos que são utilizados para definir empresas sustentáveis temos:
Empresas Sustentáveis são instituições públicas ou privadas organizadas com o objetivo de produzir bens materiais ou serviços e que estejam alicerçadas, bem como compromissadas, com os conceitos de sustentabilidade.
  Uma Empresa Sustentável não visa apenas à lucratividade financeira para acionistas, clientes e empregados, mas baliza suas ações buscando também o desenvolvimento socioeconômico das comunidades e a valorização dos ambientes culturais e naturais na região onde atua.

HISTÓRIA E O MEIO AMBIENTE - GRANDES CIVILIZAÇÕES - OS PERSAS




VEJA A SEGUNDA PARTE  A SEGUIR:



HISTÓRIA E O MEIO AMBIENTE - AS GRANDES CIVILIZAÇÕES


  Para compreendermos o que significa construir a sustentabilidade é fundamental uma retrospectiva histórica sobre as relações humanas, socioambientais. Como nos relacionamos como espécie desde o surgimento dos seres humanos e nossa atitude com todo o meio ambiente,  o surgimento das civilizações e sociedades é um conhecimento que se faz importante para saber porque hoje temos tantos problemas socioambientais a resolver. Estaremos postando algumas visões da história e o meio ambiente numa perspectiva de contribuir para que possamos situar o século XXI dentro da construção da sustentabilidade. Documentos como a Agenda 21, os relatórios sobre as mudanças climáticas IPCC/ONU e a implantação de soluções aos conflitos socioambientais sinalizam os desafios para a humanidade no século XXI. Todas as áreas do conhecimento humano e saberes são convocados para que possamos pensar, agir e contribuir para a conquista da sustentabilidade. Sociedades sustentáveis são possíveis ? O mundo está caminhando para as civilizações sustentáveis?
    A sociologia, as ciências sociais, outras ciências e saberes, culturas e crenças podem responder estas questões na medida em que nos unamos em defesa da valorização dos seres humanos e de todo meio ambiente. Selecionamos alguns vídeos que retratam de forma didática a história como forma de estimular a argumentação sem dogmatismos. Que possamos sempre evoluir escolhendo os melhores caminhos,  vencendo nossos erros e buscando sociedades mais felizes e ambientalmente mais saudáveis para todos.




quarta-feira, 23 de julho de 2014

segunda-feira, 21 de julho de 2014

AS CIÊNCIAS SOCIAIS E O MEIO AMBIENTE






















       Em meio ao debate sobre as mudanças climáticas, a desertificação e a destruição da diversidade biológica, este livro vem ampliar a discussão a respeito do papel das ciências sociais no enfrentamento dessas questões.
   Hoje, sem dúvida, os problemas sociais complexos com que a humanidade se depara requerem das ciências sociais a construção de novas abordagens e estratégias metodológicas, em diálogo permanente com os saberes das demais ciências. Em um esforço de interação e multidisciplinaridade, os textos reunidos aqui trazem distintas perspectivas de análise de alguns problemas políticos e socioambientais contemporâneos.
Entre outros enfoques, a obra apresenta - em linguagem acessível aos que se iniciam no estudo da complexidade – alguns aspectos do aporte teórico de Edgar Morin relacionados à problemática do meio ambiente.
Assim, os autores esperam proporcionar ao leitor as ferramentas conceituais que podem contribuir com as mudanças necessárias à preservação da vida em nosso planeta.

 Editora Papirus

sábado, 19 de julho de 2014

PLANTANDO EM CASAS, APARTAMENTOS E PEQUENOS ESPAÇOS

  O Jornal O Ecoambiental vem trabalhando no diálogo com a população em busca de soluções aos problemas socioambientais. Um dos graves problemas de meio ambiente é o uso abusivo de agrotóxicos na produção de alimentos no Brasil. Dentre as soluções possíveis a este problema podemos:
-  Plantar, em casas, apartamentos, lotes, sítios, terrenos, pequenos e grandes espaços, seja para consumo próprio, da família, da população, ou formando grupos de amigos, na família. Realizando o plantio  coletivo, onde a produção é dividida entre todos. 
- Outra solução é comprar em feiras da agroecologia, ou feiras orgânicas. É muito importante o consumidor saber de onde são e como são plantadas as verduras e frutas, chamadas orgânicas, se possível, conhecendo os produtores. Por isto, comprar em feiras orgânicas é melhor. Conhecer onde estão as feiras orgânicas em nossas cidades, visitá-las e fazermos uma transição tanto na produção como no consumo de alimentos sem agrotóxicos é valorizarmos nossa saúde,  de nossa família e de todo meio ambiente.
-  Outra solução possível é conhecer restaurantes e locais aonde a alimentação é mais saudável. Tanto na aparência e higiene local, quanto na qualidade de alimentos. Temos divulgado alguns destes restaurantes e estabelecimentos em nosso jornal. O importante é tomar atitudes que fazem a diferença. Temos postado videos com saberes de como plantar, como produzir alimentos mais saudáveis. As soluções aos problemas de meio ambiente existem. Basta agirmos na conquista de uma alimentação mais saudável, de uma melhor qualidade de vida e meio ambiente mais sadio para todos. Nossas saudações a nossos leitores.

GERMINANDO SEMENTES


COMO PLANTAR EM CASA


COMO PLANTAR ÁRVORES FRUTÍFERAS EM VASOS


FRUTAS SEM AGROTÓXICOS


SONS DA NATUREZA




SONS DA NATUREZA


SONS DA NATUREZA


quinta-feira, 17 de julho de 2014

IGAM E BACIAS DOS RIOS PARÁ, PRETO/PARAIBUNA E POMBA/MURIAÉ


IGAM CONVOCA OS USUÁRIOS DE RECURSOS HÍDRICOS DAS BACIAS HIDROGRÁFICAS DOS RIOS PARÁ, PRETO/PARAIBUNA E POMBA/MURIAÉ PARA RATIFICAREM/RETIFICAREM OS SEUS DADOS CONSTANTES DO CADASTRO NACIONAL DE USUÁRIOS DE RECURSOS HÍDRICOS – CNARH

   Portaria IGAM nº 15, de 26 de junho de 2014, convoca todos os usuários de recursos hídricos sujeitos à outorga em corpos de água de domínio do Estado de Minas Gerais, localizados nas Bacias Hidrográficas dos rios Pará, Preto/Paraibuna e Pomba/Muriaé, para retificação ou ratificação de seus dados junto ao Cadastro Nacional de Usuários de Recursos Hídricos - CNARH.
O usuário deverá ratificar seus dados no seguinte sitio eletrônico http://cnarhgmg.ana.gov.br, no período de 1º de julho a 31 de agosto de 2014, utilizando-se do número CNARH e da senha disponibilizados, por meio de correspondência, pelo Instituto Mineiro de Gestão das Águas – IGAM.
   O usuário que não foi cadastrado no CNARH durante o processo de cadastramento deverá se cadastrar observando o disposto na Resolução Conjunta SEMAD/IGAM Nº 1.844, de 12 de abril de 2013, que estabelece os procedimentos para o cadastramento obrigatório de usuários de recursos hídricos no Estado de Minas Gerais.
Serão consideradas ratificadas, para efeito de cadastro e cobrança, as informações disponíveis no banco de dados do CNARH do usuário que não se manifestar durante o prazo estabelecido por esta Portaria.
   O Objetivo desta Portaria é atualizar os dados dos usuários para efetuar os ajustes dos cálculos da Cobrança pelo Uso de Recursos Hídricos.
Para o exercício de 2014, o valor anual da cobrança será baseado nas informações de usos constantes nas declarações enviadas até o dia 31 de agosto de 2014, e validadas no CNAR.

terça-feira, 15 de julho de 2014

IV CÚPULA DO BRICS E A SUSTENTABILIDADE


















     Reunem-se em Fortaleza os Chefes de Estados para a VI CÚPULA DO BRICS ( sigla do bloco de Países - Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul). 
    Na VI Cúpula, o BRICS conferirá ênfase à inclusão social e ao desenvolvimento sustentável. Sua discussão será orientada pelo tema “Crescimento inclusivo: soluções sustentáveis”. A Cúpula dará início ao segundo ciclo do BRICS, após cada país membro ter sediado uma reunião de Líderes.
  A Cúpula de Fortaleza permitirá aos BRICS mostrar os avanços já alcançados, e dar sequência às discussões com vistas à realização do amplo potencial do grupo. Desde a primeira Cúpula, em 2009, o BRICS tem consolidado seu papel como uma força positiva para a democratização das relações internacionais e para o aprimoramento das instituições de governança internacional existentes. Além disso, o BRICS também tem construído uma sólida parceria, com iniciativas de cooperação entre seus membros em mais de 30 áreas distintas.

   Entre outros temas, os mandatários dos BRICS deliberarão sobre o Arranjo Contingente de Reservas (CRA) e sobre o Novo Banco de Desenvolvimento (NBD). O CRA constitui linha de defesa adicional para os países do BRICS em cenários de dificuldades de Balanço de Pagamentos. O NBD financiará projetos de infraestrutura e de desenvolvimento sustentável. ( Fonte: imprensa Governo Ceará, Itamaraty)

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Floresta Amazônica - os sons da biodiversidade da Floresta

 O sons da natureza revelam a quantidade de vidas e da diversidade biológica em regiões como a Floresta Amazônica. Ouvir estes sons nos une ao meio ambiente do qual fazemos parte.


quarta-feira, 2 de julho de 2014

3º ARRAIAL DA SAUDADE


3º ARRAIAL DA SAUDADE

 DIA 12 de JULHO
A PARTIR DAS 16:00 h

BARRAQUINHAS - QUADRILHA - ARTESANATO - BRINCADEIRAS

  Venha de traje típico
  Local: Rua Arcos (entre ruas Padre Feijó e Padre Café) - BH
 Realização: Movimento Popular da Mulher - MPM


terça-feira, 1 de julho de 2014

COPA 2014 NO BRASIL: A FELICIDADE E OS CONFLITOS SOCIOAMBIENTAIS


    Chegamos as oitavas de final da copa. O sucesso do futebol entre os seres humanos está relacionado ao fato de que o futebol exige dos jogadores uma socialização. É um esporte coletivo, onde o objetivo de vencer está associado à união do conjunto de jogadores. Os torcedores por sua vez se identificam com esta socialização e há uma correspondência entre torcida e jogadores. Tanto que a motivação das torcidas fazem com que eles se empenhem por um bom resultado nas partidas. Mesmo que em uma equipe alguns jogadores sejam diferenciados, os chamados craques, e façam a diferença em muitos resultados, marcar gols e evitar gols só é possível com o chamado "espírito de equipe", o sucesso do coletivo, do conjunto, da união de esforços.
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      A copa 2014 no Brasil deve bater o recorde de público, segundo os organizadores, está projetada para ter mais de três milhões e trezentos mil torcedores que compraram ingressos e estão assistindo as partidas nos estádios.Todo este investimento econômico, de infra-estrutura material e humana na organização da copa transmitida para bilhões de telespectadores em todo mundo, dando ênfase a esta socialização, entra em conflito com o individualismo e propaganda dos patrocinadores, que apelam para que as pessoas sejam felizes adquirindo bens individualmente, através da competição desenfreada da sociedade. Uma ideologia que identifica até na religiosidade, na fé das pessoas, que prosperidade na vida é resultado, sinônimo, de sucesso apenas na aquisição de bens materiais.
    O que não se nega é que somos seres sociais.  O aparecimento do "menino selvagem" de Aveyron, encontrado em 1797 na floresta de Lacaune, na França, perambulando seminu apresentando hábitos "selvagens", reforçou a tese de muitos estudiosos, povos, culturas, e o que Aristóteles (384 - 322a.C.) também afirmou de que por excelência, o ser humano é um animal social. Nossa vida adquire sentido na relação com os outros seres humanos. Esta nossa essência vivenciada proporciona felicidade que se comprova na festa das torcidas de todos os Países durante a copa.

   Este ser social é que vem ganhando uma conotação socioambiental. Há uma consciência ambiental das pessoas em todo mundo crescente, ainda que tímida, no sentido da urgência de soluções imediatas que é preciso as sociedades tomarem para solucionar os problemas ambientais ocasionados pela ação humana. 


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Família mexicana na Copa 2014 - em BH - pai e filho - Foto: Jornal O Ecoambiental
   Diante um mundo que sofre com as desigualdades e conflitos socioambientais, eram previsíveis as manifestações na copa das confederações questionando-se os gastos rapidamente mobilizados para serem revertidos para uma instituição que acumula rendimentos maiores que orçamentos de vários Países, em detrimento da morosidade de recursos escassos investidos em áreas vitais para a sobrevivência dos seres humanos como a saúde, alimentação de qualidade, educação, moradia, transporte e políticas públicas no Brasil, bem como solucionar problemas como a fome, a miséria e péssima qualidade de vida da maioria dos bilhões de seres humanos em todo mundo.

    Sabendo que os conflitos poderiam ganhar proporções em grande escala, não foi por acaso a escolha do símbolo da copa no Brasil ser uma representação do meio ambiente através de um animal ameaçado de extinção: o tatu-bola.
Festa de milhares de torcedores brasileiros após vitória sobre o Chile - Savassi - BH- Foto: Jornal O Ecoambiental
   Os conflitos socioambientais estão presentes em todo mundo como atesta a história e conferências como a Rio + 20 e Cúpula dos Povos realizada no Rio de Janeiro. O mundo precisa mudar, transformar a forma como vem lidando com os recursos naturais  do planeta, a forma como vem produzindo sociedades. Um dado sobre esta realidade ambiental local chama atenção aqui em Minas Gerais, a chamada "caixa d'água" do Brasil: a falta de água. A represa de Furnas vive hoje a maior escassez de água em 13 anos, devido às mudanças climáticas que trazem vários problemas socioambientais em todo mundo. O mundo não pode mais ser expectador da degradação humana, ambiental.

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   Um questionamento diante tanta riqueza produzida para poucos através da copa 2014 poderia ser feito: mas qual a relação das questões ambientais com o futebol ? Se os organizadores da copa optaram em aprovar um mascote que simboliza o "futebol, a amizade e a ecologia" batizando-o de fuleco, no mínimo, queriam "despoluir" o desgaste das contradições de como uma copa do mundo se organiza. Contudo, não estão cumprindo os organizadores, com sua parte de divulgarem que esta copa tem um patrocínio de uma mensagem de conscientização sobre os problemas ambientais para o mundo.  A socialização e a alegria do futebol em contraposição ao individualismo e não valorização das individualidades, as formas insustentáveis de produzir, consumir, distribuir riquezas, continua questionando as sociedades.

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   A escolha do tatu-bola como símbolo ambiental se relaciona com todas as espécies ameaçadas de extinção, inclusive a espécie humana e são indicadores da ação predatória dos seres humanos, através da caça e mesmo dos desequilíbrios do habitat naturais destes animais, intensificados pelo desmatamento e pela ocupação desordenada sobre o meio ambiente como um todo. Muitos animais protegem os seres humanos, porque microorganismos parasitam estes animais ao invés de trazerem doenças aos seres humanos. Nossa espécie não suportaria a quantidade de doenças que nos infectariam.  A microbiologia nos ensina que a maioria dos microorganismos que mantêm a Terra como um organismo vivo, não pode ser vistos a olho nu. Em um meio ambiente que sofre a ação predatória dos seres humanos, ficamos mais vulneráveis inclusive a vários microorganismos, bactérias, fungos e até ao contato com vários animais por causa de mutações genéticas. O corpo humano abriga bilhões de microorganismos. Estima-se que cada centímetro de nosso corpo seja o lar de mais de 10 bilhões de micróbios. Nossa espécie humana ainda é totalmente ignorante sobre a biodiversidade e a maioria dos seres vivos da Terra. Não podemos destruir outras espécies  que significam o equilíbrio ecológico da vida na Terra. 
   Podemos nos unir na direção de nossa humanização que é a valorização de nossas comunidades, de nossas culturas locais, da alegria que este esporte coletivo: o futebol nos transmite, porque nos socializam. Isto independente de se construir estádios que custam bilhões. Nas periferias do Brasil e acreditamos, no mundo, podemos assistir partidas emocionantes de futebol em pequenos campos, várzeas, muitas vezes improvisados. O Brasil possui milhares de Neymares, com certeza, vivenciando o mesmo "espírito coletivo" e felicidade nas periferias, vilas e favelas esquecidas pelo poder público. Estão nas manchetes da grande mídia, na grande maioria das vezes como vilões por questões políticas, econômicas, socioambientais.
    Por que  desmatar florestas que abrigam plantas que podem trazer a cura de várias doenças ? Quando agimos extinguindo outras espécies, a biodiversidade,  estamos na verdade ameaçando a sobrevivência de nossa própria espécie. A grande questão é que se é dada ênfase através da grande mídia de que futebol é simplesmente consumo de produtos,  estamos despendendo energias opostas e nos alienando ainda mais, nos distanciando das forças que precisamos ter para vencermos os problemas socioambientais que se agravam. A falta de compromisso de quem propôs e não vem realizando a divulgação da conscientização ecológica na copa 2014  pode acarretar ainda mais estresse pós copa e novos conflitos socioambientais. Tanta energia, recursos e tempo gasto na ênfase ao super consumo trará conseqüências à população e a todo meio ambiente.  O aumento do alcoolismo, da prostituição, do endividamento da população pós copa é o oposto da qualidade de vida que merecemos ter como coletividade, como sociedade.  Quem está assistindo os jogos ao vivo é uma classe economicamente mais rica. Só que este "conforto" para poucos nos estádios custa recursos econômicos e o trabalho e impostos da maioria da população que assiste sua exclusão socioambiental pela tv em HD.
  Já alertamos para o fato dos organizadores da copa não respeitarem  e não divulgarem na grande mídia, nas aberturas pela tv dos jogos da copa a imagem do fuleco, do tatu-bola, do meio ambiente. Esta atitude de não divulgarem devidamente a imagem do tatu-bola e de seu significado sobre o meio ambiente para os torcedores e toda população é o resultado do descaso dos seres humanos com os próprios seres humanos e todo meio ambiente. Isto explica os conflitos socioambientais das manifestações antes da copa 2014 alertando ao mundo de que é preciso edificarmos com urgência sociedades sustentáveis.

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POR QUE DURANTE A COPA AS MANIFESTAÇÕES ESTÃO SENDO MENORES ?

   O verdadeiro caráter das manifestações antes da copa no Brasil tinha fundamento pacífico e uma característica de atitude espontânea de muitos jovens. Eles questionam a falta de perspectivas que as sociedades estão produzindo ao constatarem que os seres humanos estão agindo na direção da insustentabilidade e no caminho oposto ao que as sociedades poderiam seguir. Os jovens estão enfrentando este estresse socioambiental produzido pela ganância de poucos adultos, que lucram bilhões de dólares e euros à custa da degradação do meio ambiente. Não é por acaso que o consumo de drogas está crescendo, e as bebidas, inclusive, estão patrocinando boa parte da copa.

    Sobre as manifestações durante a copa, podemos dizer: diminuíram, segundo alguns segmentos, porque foi dado um aviso de que haveria intensa repressão. Consideramos que também há o fato de que com a massiva divulgação pela grande mídia dos jogos da copa, as manifestações coletivas, estão retratadas nas partidas, que expressam a emoção das pessoas que simbolicamente representam a socialização expressa na união dos jogadores por bons resultados, apoiados pela felicidade dos torcedores de cada País. Uma socialização que não deixa de ser conflitiva e dialética. Quando há oportunidade dos países se unirem para conversarem e agirem coletivamente para a solução dos problemas ambientais aquelas pessoas que detém o poder econômico e político na sociedade age ao contrário, não divulgam o patrocínio da consciência ambiental  da copa ao mundo.  A população brasileira está fazendo sua parte de acolher o mundo com amizade e a proposta de união socioambiental dos Países está colocada pela sociedade civil. Sabemos que os Países presentes  e telespectadores da copa ainda não se unem como poderiam para vencermos a crise socioambiental.  O salto de qualidade da sociedade para que possamos levar esta felicidade momentânea para melhorar as relações humanas e com todo o meio ambiente ainda é um desafio para os seres humanos. Ao invés de sermos transformados em meras mercadorias de consumo, vencermos nossa ignorância com relação à preservação de toda biodiversidade; sermos mais respeitados como seres que merecemos melhor qualidade de socialização e conseguirmos conquistar esta consciência socioambiental necessária para que nossa espécie não seja extinta da Terra.   Dialeticamente o  futebol está retratando o "espírito coletivo"  das sociedades ávidas de mais dignidade, valorização humana, ambiental, onde construamos caminhos em que todos nós seres humanos possamos conquistar melhor qualidade de vida, sociedades sustentáveis, com um meio ambiente mais saudável para todos.