| Foto:Jornal Oecoambiental |
Editorial
Sociologia e a comunicação socioambiental
A origem etimológica ¹ da palavra sociologia tem forma híbrida de duas línguas clássicas: do latim (socius – que significa companheiro, sócio ou sociedade) - do grego (logos – que significa estudo, razão, tratado). Literalmente sociologia se traduz em estudo da sociedade. Procura investigar e compreender a dinâmica das relações sociais. Como as pessoas interagem culturalmente criam e transformam as organizações sociais.
A comunicação socioambiental visa difundir e produzir conhecimentos, divulgar as estratégias de diálogo e informação que une a pauta ecológica e a vida em comunidades e em sociedade promovendo a conscientização e a gestão participativa de problemas ambientais.
O Jornal Oecoambiental surgiu do Encontro de Saberes - “Cidadania e o Meio Ambiente“ promovido por cidadãos na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, em Belo Horizonte. Fundamentado no Artigo 225 ² da Constituição brasileira. Possui uma abordagem sociológica que busca investigar, analisar e contribuir para que as comunidades, as sociedades possam agir e resolver seus problemas e conflitos socioambientais.
Compreendendo que as relações socioambientais são dinâmicas difundimos saberes que informam uma produção contínua de conhecimentos que favorecem a precaução, a análise e as ações que as pessoas, instituições e governos empreendem para solucionar os conflitos socioambientais.
Como as ações antrópicas ³ têm causado danos a própria espécie humana, ao meio ambiente, a transição energética em curso, as novas matrizes energéticas transformam continuamente o modo de produção das sociedades contemporâneas.
Novas formas de produção e consumo sustentáveis, promovem a educação socioambiental para que as pessoas conquistem tecnologias de melhor qualidade de vida “para as presentes e futuras gerações” como prevê o Artigo 225 da Constituição brasileira.
(1) Etimologia é o estudo da origem, da história e da evolução das palavras.
(2)Art. 225. “Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá- lo para as presentes e futuras gerações.”
(3)Ações ou intervenções antrópicas são aquelas realizadas ou provocadas pelos seres humanos
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