Juventudes sem poder: sub-representação política, déficit democrático e radicalização digital jovem no Brasil
Artigo de Vinícius Venades
As juventudes brasileiras ocupam um lugar decisivo na vida social do país. Estão nas escolas, nas universidades, nos bairros, nas periferias, no mundo do trabalho, nas redes sociais, nos movimentos culturais, nos coletivos, nos conselhos, nas ruas e nas formas mais diversas de expressão pública.
Nossas juventudes têm urgências históricas, a precarização do trabalho, a crise climática, a insegurança econômica, a transformação tecnológica, o adoecimento psíquico, a violência urbana e a busca por pertencimento em uma sociedade cada vez mais veloz, desigual e fragmentada. Poucos grupos sociais vivem com tanta intensidade as consequências das decisões tomadas no presente. Ainda assim, esses jovens permanecem distantes dos espaços em que tais decisões são formalmente elaboradas, negociadas e aprovadas.
Essa distância entre presença social e presença institucional revela que as juventudes têm uma presença nos cargos de poder reduzida diante de sua importância demográfica e social. Vemos o jovem frequentemente convocado a participar da política como eleitor, militante, voluntário, público de campanha, símbolo de renovação ou destinatário de políticas públicas, o discurso institucional sobre juventude costuma ser intenso!
Temos que analisar, por outro lado, a entrada nos lugares efetivos de comando, deliberação e formulação de ideias e políticas públicas. O sistema político brasileiro reconhece juventude, pela própria necessidade de discurso, como energia de mobilização, mas oferece poucos caminhos consistentes para que essa energia se converta em autoridade pública, representação formal e poder de agenda.
A questão central deste artigo nasce justamente dessa assimetria, uma democracia que convoca essas pessoas para legitimar decisões precisa também criar condições para que jovens participem da construção dessas decisões. A participação política não se esgota no voto, embora o voto seja uma conquista indispensável, a democracia se realiza também na possibilidade de disputar candidaturas, influenciar partidos, formular políticas, controlar o orçamento público, integrar conselhos, produzir diagnósticos sobre a realidade e ter voz reconhecida nos processos institucionais.
A sub-representação juvenil, portanto, deve ser compreendida como um fenômeno estrutural. Ela resulta de uma combinação de fatores jurídicos, econômicos, partidários, culturais e simbólicos. Há barreiras formais de idade para determinados cargos, muitas indiscutivelmente corretas, porém há outros obstáculos indefensáveis à participação como custos financeiros elevados para disputar eleições, há filtros partidários que favorecem somente trajetórias já consolidadas, há desigualdades sociais que dificultam a entrada de jovens pobres, negros, periféricos, indígenas, quilombolas, mulheres, pessoas com deficiência e pessoas LGBTQIA+ nos espaços tradicionais de poder.
Precisa-se pensar ainda em uma cultura política que muitas vezes associa juventude à inexperiência, ao improviso ou à mera promessa futura, como se a vivência jovem não pudesse produzir leitura concreta da sociedade, responsabilidade pública e capacidade de decisão. As pessoas querem fazer políticas públicas para realidades juvenis que muitas das vezes elas não têm conhecimento, pelo contrário, têm pré-conceitos infundados!
A juventude costuma ser tratada como etapa preparatória da cidadania, e não como expressão plena de cidadania no presente. Essa visão empobrece a democracia, desperdiça repertórios, experiências e sensibilidades que poderiam qualificar a formulação das políticas públicas. Em um país marcado por desigualdades profundas e por rápidas transformações sociais, excluir a juventude dos espaços de decisão significa reduzir a capacidade do Estado de compreender o próprio tempo histórico em que atua.
A discussão ganha ainda mais gravidade quando se observa o ambiente digital contemporâneo. As juventudes se informam, socializam, constroem identidades e disputam visões de mundo em plataformas digitais; a política, para grande parte dos jovens, chega por vídeos curtos de influenciadores, grupos de mensagens, memes e comunidades virtuais. Nesse ambiente, podem circular conteúdos democráticos e educativos, mas também desinformação, discurso de ódio, autoritarismo e formas variadas de radicalização.
A ausência de participação institucional consistente torna esse cenário mais preocupante, pois quando os jovens não encontram canais democráticos capazes de acolher suas angústias e suas linguagens de igual para igual, comunidades digitais extremistas podem oferecer respostas rápidas para frustrações profundas, transformar inseguranças em ressentimento e converter isolamento em adesão a identidades autoritárias.
Este artigo parte da premissa de que a juventude brasileira é um sujeito político indispensável à renovação democrática. A baixa presença jovem nos espaços formais de decisão revela um modelo político que ainda não construiu portas suficientes para a entrada de novas gerações. O desafio, portanto, consiste em compreender as causas dessa sub-representação, medir sua extensão, analisar seus impactos sobre a democracia e apontar caminhos institucionais capazes de aproximar juventude, poder público e futuro coletivo.
A democracia brasileira precisa decidir se continuará tratando a juventude como promessa de um futuro esquecido ou se será capaz de reconhecê-la como força presente de direção política. O futuro do país precisa ser construído também com os jovens e pelas juventudes, nos espaços onde a vida pública se transforma em decisão.
Para compreender a sub-representação juvenil na política brasileira, é preciso partir do entendimento de que a juventude não é um grupo periférico na composição social do país. Em 2024, o Brasil tinha aproximadamente 48 milhões de pessoas entre 15 e 29 anos, o que correspondia a cerca de 23% da população nacional, é uma parcela expressiva da sociedade, que passa diretamente pelas decisões públicas tomadas no presente e que vai viver por mais tempo os efeitos das escolhas institucionais feitas hoje.
Essa presença demográfica encontra correspondência no campo eleitoral. Nas eleições municipais de 2024, havia mais de 20 milhões de eleitoras e eleitores entre 16 e 24 anos no Brasil. Trata-se de um contingente relevante capaz de alterar cenários locais e compor parte importante da legitimidade democrática.
Nas eleições municipais de 2024, foram registradas 463.367 candidaturas em todo o país. Desse total, apenas 29.205 eram de pessoas com menos de 30 anos, o equivalente a mais ou menos 6%. Antes mesmo de se discutir vitória ou derrota nas urnas, as juventudes já chegam ao processo eleitoral em proporção muito inferior à sua presença social, na escolha de quem será lançado, apoiado, financiado, apresentado ao eleitorado e reconhecido como liderança viável.
Esse funil de entrada ajuda a explicar por que a democracia brasileira ainda tem dificuldade de converter juventude em poder institucional. O sistema político se organiza antes da campanha, nas direções partidárias, nos critérios de recrutamento, na definição de prioridades internas e na distribuição dos recursos financeiros. Quando essas etapas permanecem concentradas em trajetórias já consolidadas, o jovem chega à disputa em posição desigual. Muitas vezes, participa da mobilização, está presente na campanha, mas encontra baixa abertura quando reivindica espaço de comando.
A barreira financeira é uma das mais relevantes nesse processo. Disputar uma eleição exige recursos materiais e simbólicos que raramente estão disponíveis para jovens em início de trajetória. Uma candidatura competitiva demanda deslocamento, comunicação, equipe, produção de conteúdo, assessoria jurídica, contabilidade, articulação política, tempo livre, presença territorial, produção material e capacidade de sustentar exposição pública prolongada. Mesmo quando há financiamento público eleitoral, a distribuição interna dos recursos depende de decisões partidárias. Esse critério, aparentemente técnico, reproduz desigualdades históricas, recebe mais apoio quem já tem capital político e maior probabilidade de retorno eleitoral imediato.
A barreira partidária também é decisiva. As estruturas partidárias operam por lógicas internas pouco acessíveis a novos atores. Grupos já estabelecidos controlam decisões estratégicas e posições de visibilidade. As juventudes partidárias, quando existem, nem sempre possuem orçamento e autonomia. Com frequência, jovens são chamados para mobilizar e renovar a imagem pública da política, mas não passa disso.
Há, ainda, uma barreira simbólica! A cultura política brasileira costuma associar juventude à inexperiência e ao improviso, o que reduz a legitimidade política dos jovens antes mesmo que suas ideias sejam avaliadas. Como se maturidade pública decorresse exclusivamente do tempo biológico e não pudesse ser construída pelo estudo, pela militância social, pela organização comunitária, etc.
As juventudes brasileiras não são homogêneas. Existem jovens negros, periféricos, indígenas, quilombolas, mulheres, pessoas com deficiência, pessoas LGBTQIA+, jovens rurais, jovens urbanos, jovens trabalhadores, jovens mães, jovens cuidadores, jovens universitários, jovens fora da escola e jovens em situação de vulnerabilidade social. Cada um desses grupos encontra obstáculos específicos para acessar a política institucional. Assim, a idade se combina com outros aspectos, produzindo exclusões em camadas. Quanto mais distante o jovem está do perfil historicamente legitimado nos espaços de poder, maior tende a ser o esforço exigido para que sua presença seja reconhecida como competente, séria e necessária.
A diferença entre votar e ser votado produz efeitos políticos e subjetivos importantes. O jovem aprende que sua opinião importa no momento de legitimar o sistema, mas percebe que sua presença nos espaços de comando depende de percursos mais longos, caros e seletivos. A democracia, nesse formato, abre uma porta de entrada pela urna, mas mantém corredores estreitos para a chegada aos lugares de formulação.
Esse cenário se torna ainda mais evidente quando observamos a composição dos espaços legislativos na prática. Analisando o perfil dos Deputados Federais do Congresso Nacional, em maio de 2026, pessoas com menos de 30 anos ocupavam apenas 8 das 513 cadeiras da Câmara dos Deputados, aproximadamente 1,5% da Casa, são eles: Lula da Fonte, do PP, com 25 anos; Icaro de Valmir, do Republicanos, com 25 anos; Amom Mandel, do Republicanos, com 25 anos; Matheus Noronha, do PL, com 27 anos; Amanda Gentil, do PP, com 27 anos; André Fernandes, do PL, com 28 anos; Neto Carletto, do Avante, com 29 anos; e Nikolas Ferreira, do PL, com 29 anos.
Mesmo ampliando o recorte para parlamentares com menos de 35 anos, o número aumenta sendo eles: Kim Kataguiri, do Missão, com 30 anos; Luisa Canziani, do União, com 30 anos; Pedro Campos, do PSB, com 30 anos; Camila Jara, do PT, com 31 anos; Emanuel Pinheiro Neto, do PSD, com 31 anos; Dandara, do PT, com 32 anos; Maria Arraes, do PSB, com 32 anos; Tabata Amaral, do PSB, com 32 anos; Yandra Moura, do União, com 32 anos; Andreia Siqueira, do PSB, com 33 anos; Erika Hilton, do PSOL, com 33 anos; Fausto Jr., do União, com 33 anos; Pedro Aihara, do PP, com 33 anos; Adail Filho, do MDB, com 34 anos; Chris Tonietto, do PL, com 34 anos; Felipe Francischini, do Podemos, com 34 anos; Filipe Barros, do PL, com 34 anos; Marcos Aurélio Sampaio, do MDB, com 34 anos; Miguel Ângelo, do PT, com 34 anos; Paulo Litro, do União, com 34 anos; Pinheirinho, do PP, com 34 anos; Samuel Viana, do União, com 34 anos; Marussa Boldrin, do Republicanos, com 35 anos; e Ribeiro Neto, do Solidariedade, com 35 anos.
Em Minas Gerais, a Assembleia Legislativa apresentava quadro semelhante, apenas 3 das 77 cadeiras eram ocupadas por pessoas com menos de 30 anos, Bruno Engler, do PL, com 28 anos; Chiara Biondini, do PP, com 24 anos; e Maria Clara Marra, do DC, com 27 anos; considerando parlamentares com menos de 35 anos, aparecem Doorgal Andrada, do Patriotas, com 33 anos; Lohanna, do PV, com 31 anos; Lucas Lasmar, da Rede, com 35 anos; Nayara Rocha, do PP, com 35 anos; e Zé Laviola, do Novo, com 32 anos.
Os dados demonstram que a distância entre juventude e poder institucional é uma realidade mensurável. É necessário que a sociedade reconheça que jovens não devem ser chamados apenas para apoiar projetos conduzidos por outros, mas para formular, disputar, decidir e conduzir projetos próprios. A renovação democrática nasce quando o sistema político cria condições concretas para que novas gerações ocupem a mesa onde as decisões são tomadas.
Esse descompasso entre participação e poder produz um efeito importante sobre a confiança nas instituições, pesquisas recentes indicam que jovens tendem a apresentar níveis mais baixos de confiança em governos e estruturas políticas formais. A sensação de não pertencimento institucional é construída quando a participação não se converte em influência decisória.
Quando observamos essas informações pelo prisma dos novos meios de informação e participação jovem, chegamos ao ambiente informacional contemporâneo. As juventudes brasileiras vivem em um contexto profundamente digitalizado, segundo dados do DataSenado, 72% das pessoas entre 16 e 29 anos utilizam meios digitais como principal fonte de informação. A política, para grande parte dessa geração, chega por redes sociais, vídeos curtos, influenciadores, grupos de mensagens e comunidades digitais.
A pesquisa TIC Kids Online, do Cetic.br, reforça esse diagnóstico ao mostrar que plataformas como WhatsApp, YouTube, Instagram e TikTok fazem parte do cotidiano dos jovens com frequência extremamente elevada. Esses ambientes estruturam formas de sociabilidade, linguagem, construção de identidade e interpretação da realidade, já que são os únicos locais que jovens têm espaço de fala e se sentem parte de processos decisórios, mesmo que menores.
Nesse ecossistema, a desinformação assume papel central! Uma parcela significativa da população jovem já teve contato com conteúdos que considera potencialmente falsos, muitos relatam dificuldade em distinguir informação confiável de conteúdo manipulado, por isso mesmo há o debate sobre a responsabilização das plataformas digitais em disseminação de fake news – notícias falsas.
A internet não pode ser tratada como causa única de processos de radicalização, a literatura internacional aponta que fatores sociais como marginalização, discriminação, falta de oportunidades e ausência de pertencimento desempenham papel central na construção de trajetórias de vulnerabilidade, as plataformas digitais funcionam como ambientes de amplificação de discursos que encontram terreno fértil em contextos de exclusão prévia.
Há casos de ameaças organizadas em ambientes virtuais que revelam a existência de redes que operam com forte capacidade de mobilização e influência sobre adolescentes e jovens adultos. Esses episódios não representam a juventude brasileira como um todo, mas indicam a existência de nichos organizados que se aproveitam da falta de representação, ausência de espaços seguros, escassez de locais onde os jovens se sintam parte, vulnerabilidades sociais e emocionais para recrutar, radicalizar e engajar indivíduos em práticas antidemocráticas.
A baixa inclusão institucional, combinada com ambientes digitais altamente permissivos à circulação de conteúdos extremistas, cria condições propícias para a captura de parte dessa geração. Jovens que não se reconhecem nos espaços formais de decisão podem buscar pertencimento em comunidades que oferecem identidade, reconhecimento e explicações rápidas para frustrações complexas.
Quando a democracia jovem aparece de forma episódica, perde capacidade de disputar sentido com outras formas de organização política. A política institucional é vista como distante, lenta, burocrática e pouco responsiva, enquanto ambientes digitais oferecem respostas imediatas, linguagem acessível, dopamina barata e sensação de pertencimento. Essa diferença de ritmo e de linguagem produz um deslocamento importante na forma como jovens se relacionam com o poder.
Nesse contexto, a sub-representação juvenil é estratégica quando não se fortalece o vínculo entre juventude e democracia. Jovens participando dos espaços de decisão contribuem para renovar agendas, atualizar linguagens, tensionar prioridades e ampliar a legitimidade das instituições.
A democracia brasileira enfrenta, portanto, um desafio que combina representação, comunicação e pertencimento. A juventude já está presente na vida social, na cultura, na economia, nas redes e no eleitorado. O que ainda precisa ser construído é a sua presença proporcional nos espaços de poder e sua capacidade efetiva de influenciar decisões. Sem isso, o sistema político continuará operando com uma base social ampla, mas com um núcleo decisório restrito, o que fragiliza sua legitimidade e abre espaço para disputas que não necessariamente fortalecem os valores democráticos.
O futuro do Brasil é e será vivido pela juventude, por isso, incluir jovens nos espaços de poder é a melhor escolha que se pode fazer sobre o tipo de democracia que se pretende construir. Uma democracia que reconhece suas juventudes como protagonistas amplia sua legitimidade, fortalece suas instituições e se torna mais preparada para enfrentar os desafios do presente e do futuro.
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